Na parábola do Bom Samaritano

a relevância dos ausentes

Autores

  • Ramiro Délio Borges de Meneses Universidade Católica Portuguesa image/svg+xml Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.25188/FLT-VoxScript(eISSN2447-7443)vXXVI.n2.p377-396.RDBM

Palavras-chave:

Parábola do Bom Samaritano, Relevância, Plesiologia, Alteridade

Resumo

Procuramos, neste artigo, o sentido do espetáculo moral, vivido na clínica, pela relevância dos ausentes e como estes marcam a vida moral. Assim, referia Kant: os homens são, in genere, tanto melhores atores quanto mais civilizados. Tomam a mera aparência do afeto, do respeito pelos outros, da modéstia, do desinteresse, sem se deixar enganar com nada. Podem acabar por despertar virtudes, cuja mera aparência se limitam a fingir. Assim, a relevância dos ausentes poderá marcar a vida clínica, dando-lhe uma conotação moral. Na verdade, a parábola apresenta diferentes relevâncias, que vão desde a plesiológica até à soteriológica, que possuem o seu epicentro na relevância esplancnofânica.

Biografia do Autor

  • Ramiro Délio Borges de Meneses, Universidade Católica Portuguesa

    Ramiro Délio Borges de Meneses (Dr.). Investigador do Instituto de Bioética, U.C. P., Porto, Portugal. Professor do Instituto Politécnico de Saúde do Norte (Gandra e Famalicão); Investigador do Centro de Estudos Filosóficos da Faculdade de Filosofia de Braga da Universidade Católica Portuguesa.

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Publicado

01.08.2018

Edição

Seção

Artigos sobre temas teológicos e interdisciplinares diversos

Como Citar

DE MENESES, Ramiro Délio Borges. Na parábola do Bom Samaritano: a relevância dos ausentes. Vox Scripturae - Revista Teológica Internacional, São Bento do Sul, SC, v. 26, n. 2, p. 377–396, 2018. DOI: 10.25188/FLT-VoxScript(eISSN2447-7443)vXXVI.n2.p377-396.RDBM. Disponível em: https://revistas.flt.edu.br/voxscripturae/article/view/243. Acesso em: 6 jun. 2026.